DNA e O Livro de Mórmon - Separando Mito e Realidade | Intérprete Nefita
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DNA e O Livro de Mórmon - Separando Mito e Realidade

DNA e O Livro de Mórmon - Separando Mito e Realidade

Entre os assuntos recentes mais comentados e utilizados por críticos do Livro de Mórmon, estão as pesquisas com DNA e uma contínua tentativa de através disto, desprová-lo como escritura inspirada. A informação é amplamente compartilhada na rede e tem gerado dúvidas entre membros e não membros da Igreja quanto a autenticidade do Livro de Mórmon quando submetida ao teste científico de DNA.

Com o objetivo de separar verdade e folclore, desejamos neste artigo submeter tais críticas ao teste racional, analisando fatos e colocando à prova as conclusões que se tem feito a respeito da autenticidade do Livro de Mórmon.

Testes de DNA Realizados com Índios Americanos

Testes recentes de DNA realizados com amostras de Índios nativos do continente Americano indicam que a informação genética de tais Índios não são compatíveis com o DNA dos povos Judeus da atualidade e sim com o de povos da Ásia. Tais estudos tem sido utilizados por alguns como uma maneira de determinar que dessa forma, os povos Americanos não são descendentes de Leí que era um Judeu e portanto isto provaria que O Livro de Mórmon não é Escritura inspirada como Santos dos Últimos Dias declaram.[1]

Embora tal argumento a primeira vista pareça ser consistente e aparentemente coloque em xeque a veracidade do Livro de Mórmon, uma análise além da superfície indica que há mais fatores que quando analisados, fornecem uma perspectiva racional completamente diferente das apresentadas em tais estudos.

Falsa Premissa = Falsa Conclusão

Um princípio básico conhecido a todos que desejam analisar um assunto e tirar conclusões a respeito, é a regra universal de que uma falsa premissa nunca ou raramente resultará em uma conclusão correta. A primeira premissa equivocada de tais estudos de DNA, é a utilização de um modelo geográfico não apoiado pelo Livro de Mórmon. Críticos utilizam a premissa equivocada de que ao chegar na América, Leí e seu grupo encontraram um continente absolutamente vazio e que dessa forma, toda a posterior população do continente era de alguma forma descendente exclusivamente de Leí e portanto todos compartilhariam informações genéticas provenientes de uma única fonte (Grupo de Leí). [2]

Modelo Geográfico Limitado

O problema instantâneo de tal premissa está no simples fato de que o Livro de Mórmon não apoia a crença de que Leí chegou a um continente vazio. [3] O Livro de Mórmon fornece uma descrição dos fatos relacionados diretamente aos protagonistas da História e não de todas as civilizações do continente. Historiadores membros e não membros da Igreja tem ao longo dos anos encontrado centenas de paralelos que indicam de maneira consistente que o grupo de Leí se uniu aos povos da Mesoamérica, e isto sugere que a história do Livro se passa em uma área geográfica limitada e significativamente menor do que muitos antes acreditavam. 

Embora O Livro de Mórmon não contenha detalhes significativos das nações já existentes na América antes da chegada do grupo de Leí, uma passagem no livro aparentemente apoia a ideia de que o continente já era habitado. Em 2 Néfi 5:5-6 lemos:

"E aconteceu que o Senhor me advertiu para que eu, Néfi, me afastasse deles e fugisse para o deserto, com todos os que quisessem seguir-me. Portanto aconteceu que eu, Néfi, levei comigo minha família, assim como Zorã e sua família; e Sam, meu irmão mais velho, e sua família; e Jacó e José, meus irmãos mais jovens, e também minhas irmãs e todos os que me quiseram acompanhar. E todos os que me quiseram acompanhar foram os que acreditavam nas advertências e revelações de Deus; portanto deram ouvidos a minhas palavras.

Na ocasião em que os Nefitas e Lamanitas se separaram, Néfi foi seguido por sua própria família, Zorã e Sam e suas respectivas famílias, seus irmãos mais novos Jacó e José, suas irmãs e ainda "todos os que me quiseram acompanhar". Quem seriam estes "outros" que "acreditavam nas advertências e revelações de Deus"? A resposta mais provável é que esses versículos se refiram a nativos do continente ao invés de membros do grupo de Leí. Significativamente, neste ponto do livro, Néfi pela primeira vez introduz o termo "povo de Néfi" em referência a seus seguidores (2 Néfi 5:9), expressão que sugere uma sociedade maior do que seus familiares imediatos.

Por que tal contexto é importante na compreensão de testes de DNA em Índios Americanos? Simples, se Leí chegou a um continente já habitado por civilizações diferentes, naturalmente é errado supor que todo Índio Nativo Americano existente atualmente no continente provém de sua linhagem. 

Como determinar se a amostra de DNA foi coletada de um descendente de Leí ou de qualquer outra civilização antiga existente na América? Não há uma forma de determinar. Portanto, não se pode tirar conclusões precisas com uma premissa desconhecida.

Diluição Genética

Imagine que com um conta gotas, você decida colocar um pingo de tinta vermelha em uma piscina. Obviamente não esperará com isso que toda a piscina se torne vermelha, devido a quantidade extremamente superior de água em relação a tinta. Nesse caso, a diluição seria imediata e qualquer vestígio da tinta inserida logo desapareceria.

Embora simples, tal analogia funciona de maneira eficaz para ilustrar a conclusão praticamente unânime entre geneticistas de que sendo o grupo inicial de Leí muito pequeno, ao se unir a civilizações extremamente mais numerosas, elimina-se quase por completo a possibilidade de identificar o DNA do grupo menor com o passar do tempo, neste caso aproximadamente 2600 anos. Dessa forma, não é de surpreender que mesmo que encontrássemos autênticos descendentes de Leí, a possibilidade de que tais indivíduos possuam DNA compatível ao grupo nefita é absolutamente improvável. [4]

Possuía Leí o DNA Comum ao Povo Judeu?

Uma outra ideia equivocada está na premissa de que o DNA da família de Leí era Judeu, no sentido literal da palavra. Leí e sua família pertenciam a tribo de Manassés (Alma 10:3; 1 Néfi 5:14) e seus filhos casaram com a família de Ismael, da tribo de Efraim. 

Tais tribos foram levadas cativas pela Assíria e não contribuíram significativamente geneticamente com as populações Judaicas do Oriente Médio. O Oriente médio por sua vez está localizado nas divisas de três diferentes continentes (África, Ásia e Europa), o que significa que imigração, misturas e casamento interracial era algo comum. Nem mesmo os grupos Judaicos atuais possuem informações genéticas identicas ou até mesmo parecidas aos antigos. [5]

Portanto, utilizar o DNA de Judeus atuais como parâmetro de comparação com o possível DNA das tribos de Manassés e Efraim de 2600 anos atrás não é uma lógica racional ou científica. Não há meios de determinar qual era o DNA de Leí, e não possuindo esta informação como parâmetro, com o que compararíamos o DNA dos Índios atuais? 

Conclusão

O mais interessante é o fato de que a conclusão é que não há uma definitiva conclusão. Como demonstrado, a utilização de pesquisas de DNA como forma de provar ou desprovar O Livro de Mórmon tem se mostrado ineficiente e possui barreiras que dificilmente serão superadas. Estudos que aparentemente "provam" falso O Livro de Mórmon se apoiam em falsas premissas ou falsas conclusões e não raramente, ambos. 

A verdade não pode ser abalada por filosofias e lógica humana. Existem assuntos complexos o qual possuímos pouco ou nenhum conhecimento. Entretanto, DNA certamente não é um deles. O Apóstolo Paulo declarou: "Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos; Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado." (1 Coríntios 13:9-10)

Santos dos Últimos Dias não clamam ter a respostas para todas as perguntas, apenas o Senhor as possui. Embora o conhecimento secular nos ajude a esclarecer a verdade de algumas coisas, somente o Espírito Santo esclarece a verdade de todas as coisas. Possuímos no momento algumas peças do quebra-cabeça.

Tais peças indicam que existe uma figura maior a ser compreendida, e que provavelmente, necessitará ainda muitas outras peças, fé e orientação do Santo Espírito, até alcançarmos a visão que desejamos. Até lá, tenhamos confiança no que já foi revelado e lembremo-nos que muitas outras "coisas grandiosas e importantes" ainda serão reveladas.[6] 

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Fontes:

[1] Richard Abanes, Becoming Gods: A Closer Look at 21st-Century Mormonism (Harvest House Publishers: 2005). 73 367 n.131-135.
[2] John Dehlin, "Why People Leave the LDS Church," (2008).; Hank Hanegraaff; The Mormon Mirage: Seeing Through the Illusion of Mainstream Mormonism (Charlotte, NC: Christian Research Institute, 2008)
[3] Michael F. Whiting, "DNA and the Book of Mormon: A Phylogenetic Perspective," Journal of Book of Mormon Studies 12/1 (2003)
[4] “Autosomal DNA Statistics”, http://www.isogg.org/wiki/Autosomal_DNA_statistics (accessed 20 August 2014).
[5] Erastus Snow, "Ephraim And Manassah, etc.," (6 May 1882) Journal of Discourses 23:184.
[6] Regras de Fé 1:9

Escrito por: Luiz Botelho em 14/11/2014




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COMENTÁRIOS

Richard em 20/12/2015

Luiz, há um equívoco interpretativo na construção de sua premissa. Para sustentar a tese de que havia civilizações existentes na América antes da chegada da família de Leí, você interpreta, equivocadamente, uma passagem do ‘Livro de Mórmon’, qual seja, 2Néfi 5:9. Você identifica a palavra \"todos\" com a palavra \"outros\". Tal identificação torna-se um equívoco porque ela não pode ser feita de modo necessário. Por um lado, o termo \"todo\" significa aquilo que abarca um conjunto de coisas sem deixar nada de fora. Por outro lado, o termo \"outro\" significa aquilo que é distinto, diverso, diferente, alheio. Dentro dum tipo de grupo, o termo \"todo\" é usado para significar aquilo que pode abarcar tanto elementos diversos quanto elementos semelhantes. O termo \"todo\", caso não seja significado absolutamente, pode ser \"relativo\". Por exemplo, quando digo: “todas as pessoas de minha casa quiseram ir comigo ao campo” refiro-me a totalidade de pessoas que quiseram ir comigo ao campo. Todavia, essa totalidade é limitada quando digo “todas as pessoas de minha casa”. Quando digo isto não me refiro a todas as pessoas existentes no mundo, mas todas as pessoas de minha casa. Dentro desse grupo de pessoas – que quiseram ir comigo ao campo – há certa diversidade, pois pode haver crianças, mulheres etc. Todavia, há elementos em comum que dá “unidade” a esse “todo”: o fato de todas as pessoas – deste grupo - participarem da espécie humana e a intenção de irem ao mesmo local (isto é, ao campo). Quer dizer, mesmo numa significação em que o “todo” é delimitado desta maneira, há unidade na diversidade: apesar dos indivíduos terem características distintas, eles estão unidos tanto na espécie humana quanto na intenção de irem ao mesmo local. No caso de 2Néfi 5:9, podemos notar algo semelhante relação ao exemplo dado acima. Zorã e sua família, Sam e sua família, Jacó, José, as irmãs de Néfi, a família de Néfi ‘e todos os que [...] quiseram acompanhar’, seguiram Néfi ao deserto após acreditarem em suas palavras. Note que não é dito “todos os outros”: é apenas dito “todos”. Neste sentido, o termo “todos” tem de abarcar Zorã e sua família, Sam e sua família, Jacó, José, as irmãs de Néfi e a família de Néfi. Entretanto, o termo “todos” PODE SER entendido não só como abarcando estas personagens citadas acima, mas TAMBÉM abarcando “outras pessoas” não citadas. Mas isto não quer dizer que, neste caso, o termo “todos”, tenha que abarcar, necessariamente, “outras pessoas” (ou seja, não quer dizer que necessariamente ele tenha que “abarcar” outras pessoas além daquelas citadas nominalmente – Zorã e família, Jacó etc.): ele pode ou não abarcar “outras pessoas” além das citadas tal passagem. Logo, “fechar” uma interpretação de que “todos” significa, necessariamente, “outros” – não abarcando aqueles citados nominalmente (Zorã e família, Jacó, José etc.) – é um grande equívoco interpretativo. Como um adendo, note que é usado o termo “quiseram”. Este termo revela a intenção desse grupo e – semelhante ao meu exemplo acima – é um dos elementos que dá unidade à diversidade de tal grupo. Além do mais, cumpre considerar que, a partir dessa passagem (2Néfi 5:9), não dá para, necessariamente, deduzir que haviam outros grupos de pessoas – que já habitavam no continente americano antes da família de Leí chegar. A passagem de 2Néfi 5:9 não dá nenhum elemento para se chegar nessa confabulação. Além do mais, passagens anteriores – próprio Livro de Mórmon – dão elementos para entendermos que Lamã e Lemuel tinham famílias (filhos, esposas). De acordo com isso, uma tese mais razoável seria a de entender que alguns de suas famílias, apesar de não citados nominalmente por Néfi (em 2Néfi 5:9), poderiam estar incluídos naquele grupo, chamado de “todos”, ou seja, o texto nos dá mais elementos para deduzir, que se houverem “outros” – incluídos na totalidade daquele grupo de famílias citados –, estes – “outros” – poderiam ser pessoas de famílias que vieram do oriente médio junto com Leí – por exemplo, alguns dos membros da família de Lamã e Lemuel (é razoável interpretar que talvez nem todos os descendentes ou simpatizantes de Lamã e Lemuel tivessem pendido ao lado deles, ou seja, ao lado de Lamã e Lemuel) – ao invés de se sustentar a tese de que outros grupos de pessoas que já habitavam o continente americano antes da chegada de Leí e sua família. Portanto, o elemento interpretativo de sua premissa não pode ser definitivo e – só por ele – não é possível ter uma base sólida para cravar que haviam outras nações habitando em nosso continente antes de Leí e sua família chegarem aqui. Ou seja, o Livro de Mórmon não parece oferecer nenhum elemento claro sobre isso. Pelo contrário, o Livro de Mórmon, por si mesmo, dá fortemente a entender que Leí e sua família foram os descendentes principais dos – posteriormente – chamados “ameríndios”. Por fim, você diz que o Livro de Mórmon “não contém detalhes significativos” sobre nações existentes na América. Mas, em contrapartida, concluo – em conformidade com o argumento que expus acima – que o Livro de Mórmon não contém nada – nem mesmo detalhes pouco significativos – sobre a existência dessas nações na América.


Luiz Botelho

Richard,

Sobre seu primeiro questionamento de 2 Néfi 5:5-6:

É aparente para mim que não interpretou o texto da maneira correta e seus exemplos não reproduzem com exatidão a indicação do texto. 2 Néfi 5:5-6 cita todas as pessoas do grupo de Leí e acrescenta "e todos os que quiseram me acompanhar." Sendo que todos do grupo inicial já haviam sido mencionados, a menção a "e todos que quiseram acompanhar" não pode estar se referindo às pessoas citadas. Seria redundante. O texto em questão nada tem a ver com a semântica da palavra "todo", mas da estrutura da frase. Imagine por exemplo que eu tenha 3 irmãos, sendo eles o Zezinho, Huguinho e Luisinho. Se eu afirmar que irei à levar a Igreja o zezinho, huguinho e luisinho e todos que quiserem me acompaanhar, naturalmente o "todos" não pode se referir aos 3 irmãos citados. Não há coerência textual nessa linha de raciocínio. Dessa forma, é plausível que o ponto em questão esteja se referindo a outras pessoas que não as citadas.

Você afirmou: "Portanto, o elemento interpretativo de sua premissa não pode ser definitivo". Concordo. Em nenhuma parte do texto disse que esse ponto era definitivo, mas que é "provável" ou plausível. Quando se analisa escrituras, é preciso analisar mais do que o texto diz e mais do que o significado literal das palavras. É preciso analisar fatos históricos, contexto e público que recebeu a mensagem. Tendemos frequentemente a analisar escrituras antigas utilizando nossos próprios parâmetros de interpretação, quando deveríamos utilizar os deles. É fato que as civilizações da Mesoamérica habitaram o continente em grande parte da mesma época em que a história do LDM declara ter acontecido. O LDM não é um livro dos Maias e por isso, não é surpresa que não hajam detalhes de sua história ou menções específicas. As placas eram pequenas e precisavam ser utilizadas com sabedoria. O LDM possui centenas de correlações com a Mesoamérica, e esse contexto é importante para a compreensão dos versículos que citei. O propósito do LDM era recordar a história dos protagonistas e não dos Maias e demais civilizações do continente.

Você encerrou com a seguinte afirmação:

"Concluo – em conformidade com o argumento que expus acima – que o Livro de Mórmon não contém nada – nem mesmo detalhes pouco significativos – sobre a existência dessas nações na América."

Acho natural que não consiga visualizar as correlações ou se aventure a dizer que o LDM "não tem nada" que se relacione com povos antigos da América. Esse não é seu campo de expertise e visivelmente você não conhece os estudos realizados e evidências e correlações existentes entre o LDM e a Mesoamérica. Esse fenômeno acontece em diversas disciplinas e é o que separa um leigo de um estudioso em um assunto. Ambos veem a mesma informação, mas cada um consegue fazer associações apenas com o que lhe é familiar.

Abraço!

Ageu em 05/12/2015

Precisamos ser mais razoáveis quanto aos fatos,claro que existem coisas que não se explica naturalmente, pois como explicar um homem nascer sem a sua mãe te sido inseminada por outro homem,é questão de fé,mais existe fé sobrenatural e fé natural,a fé natural precisa de fatos,é o vê para crê e isso é possível com historia,ciência,geografia,arqueologia,e nenhumas dessas ciência comprovaram a veracidade do livro de mórmons ao contrario da bíblia,sem falar do livro de Abraão que o papiro original foi achado e especialista na língua egípcia comprovaram que a tradução de Joseph Smith é falsa,leia doutrinas e convenio seção 132 do numero 51 em diante,o próprio Joseph fala para sua esposa que ela tia que perdoar ele sobre seu adultério se ela não perdoasse sofria castigo ele obriga ela aceitar as dez virgens que ele tinha pois foi o senhor que deu,primeiro vcs dizem que a bigamia era permitida na época,mais a bíblia proibia (1tm 3.2 )e fica a pergunta um homem que fala direto com deus não saberia disso ?e seu o casamento gay virar lei vcs vão aceitar ? mesmo sabendo que é pecado perante a bíblia.


Luiz Botelho

Olá Ageu,

Não ficou claro para mim se seu comentário era uma perspectiva pessoal ou se desejava uma resposta para as questões que levantou. Se for o caso, fique à vontade para enviar por email seus questionamentos para interpretenefita@gmail.com. Diversidade de opinião não é um problema.

ABraço

Reginaldo Gomes de Lima em 26/11/2015

Pelo amor de Deus Luiz Botelho, deixa de ser cego..não há evidencia nenhuma das cidades, descritas no livro de Mormon...por favor não cite os maias ou incas...nada à ver com a narrativa do Ldm..Sobre o Dna provar que os indios americanos, não possuem nenhuma ligação com israelitas..mata completamente o Ldm...Leia Uma Obra maravilhosa e um assombro..o autor Presidente e profeta da igreja afirma categoricamente que TODOS os índios encontrados porCristovão colombo eram lamanitas....agora estão tentando mudar essa versão??? parem...chega de cegueira


Luiz Botelho

Olá Reginaldo,

Obrigado por seu comentário. Respondi seus questionamentos individualmente por email.

Abraço!

Elias Stopato em 10/08/2015

Em nenhum momento evidenciei a veracidade dos \"ensinamentos, doutrinas e histórias\" contados no livro de Mórmon, como já disse, isso fica a critério de cada um. Meu comentário foi que, a Bíblia tem embasamento real de sua existência, os Pergaminhos nos quais foram escritos os livros da Bíblia, ELES EXISTEM, os estudos arqueológicos, a cada dia que passa, comprovam sua autenticidade sua existência, sua veracidade. Não discuto aqui se é real ou não as histórias ali contadas, de novo afirmo: \"isto fica a critério de cada um\". Quem sou eu para duvidar ou afirmar a Fé alheia? A grande diferença da Bíblia com o Livro de Mórmon é que: \"Não há necessidade de se \"orar\" para Deus para que Ele lhe de sabedoria para saber se a Bíblia é verdadeira... ela por si só se comprova! Bem ao contrário do Livro de Mórmon, como já diz a Bíblia: Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria?” (Números 23,19). Grande abraço fraterno Luiz Botelho


Luiz Botelho

Olá Elias,

Realmente sugiro que analise alguns dos links que passei no comentário anterior. Todas as questões que está levantando já foram abordadas nas referências que indiquei e não são novidades para nós. A existência de pergaminhos ou dos locais bíblicos não provam que a narrativa e história que eles registraram são verdadeiras. Não prova que existe um Deus. Que Jesus é o Messias. Apenas provam que alguém escreveu essas coisas. Você parece estar confundindo dois princípios distintos... o de "autenticidade da história" com "historicidade do registro."

A existência de Deus ou do chamado messiânico de Jesus não é provada simplesmente porque existem pergaminhos declarando isso. Não é provada porque podemos ir no local histórico chamado Jerusalém. Da mesma maneira, o Livro de Mórmon não pode ser provado verdadeiro por achados arqueológicos. O Local provável da história é a Mesoamérica e como compartilhei nos links, há diversas evidências e similaridades que apoiam este relato e cenário. A ideia de que o Livro de Mórmon é desprovido de evidências racionais demonstra claramente ser falácia e indica apenas que não seu deu ao trabalho de com uma mente aberta analisar as informações.

Se tiver um questionamento específico sobre qualquer ponto do Livro de Mórmon, terei prazer em ajudá-lo a responder. Mas sugiro que leia o livro antes de criar suposições sobre seu conteúdo.

Abraço!

Elias Stopato em 06/06/2015

A Bíblia e submetida a pesquisas cientificas constantemente e e considerada cientificamente verdadeira, porque ha fatos que a comprovam, principalmente povos, historias, registros arqueológicos, pergaminhos originais, etc... O livro de mórmon não ha absolutamente nada que o comprove, se pelo menos as \'Placas de ouro\' estivessem ai...? Então, cada um tem o direito de acreditar no que quiser, fica por sua conta e risco.


Luiz Botelho

Olá Elias,

Obrigado por seu comentário e por compartilhar sua opinião. Concordo com você que a Bíblia contém diversas evidências que fortalecem sua autenticidade como escritura sagrada. Acreditamos e reverenciamos a Bíblia como escritura sagrada assim como fazemos com o Livro de Mórmon. Cremos que o Senhor jamais deixou de falar a seus filhos... que Ele é o mesmo ontem, hoje e para sempre, e ama seus filhos atualmente assim como amava os do passado.

Entretanto, sou obrigado a discordar de sua linha de raciocínio de que as evidências existentes sobre a Bíblia "comprova" a sua autenticidade. Comprovar a existência dos povos e de uma história não é o mesmo que comprovar que a história contada por esse povo é verdadeira. Sua afirmação de que "se O Livro de Mórmon é verdadeiro, então cadê as placas de ouro" soa estranho pra alguém que diz acreditar na Bíblia, visto que este argumento poderia ser igualmente utilizado com a Bíblia. Seria como dizer, se a Bíblia é verdadeira, onde está a arca da aliança? Se o dilúvio realmente aconteceu, aonde está os restos da arca? aonde estão os ossos dos milhões que morreram no evento?

A veracidade da palavra de Deus não é atestada dessa forma. Esse é um pensamento falho, que conduz a iguais questionamentos sobre a Bíblia, o que provavelmente você não tem intenção de fazer.

No entanto, se sua questão é, "Se o Livro de Mórmon é verdadeiro, aonde estão as evidências que o apoiam?", então a sua pergunta passa a ser mais válida, mas apenas demonstra o seu total desconhecimento sobre o assunto, sobre o que o livro ensina e sobre a maneira com que ele veio à luz.

Se tiver interesse em obter o mínimo de conhecimento a respeito de tais evidências para poder compartilhar uma opinião mais fundamentada, segue algumas opções:

Esse artigo aborda aspectos históricos e geográficos do Livro de Mórmon:

http://www.interpretenefita.com/artigo/geografia--arqueologia-e-evidencias-do-livro-de-mormon/39/

Esse artigo demonstra 3 evidências interessantes que apoiam a autenticidade do Livro de Mórmon:

http://www.interpretenefita.com/artigo/grafometria--hebraismo-e-quiasmos-evidencias-do-livro-de-mormon/52/

Esse documentário feito por estudiosos de diversas áreas aborda aspectos do Livro de Mórmon e evidências:

https://www.youtube.com/watch?v=B6mFMW71odI

Esse pequeno vídeo menciona um local citado por nome no Livro de Mórmon, antes mesmo de ser descoberto pela arqueologia:

https://www.youtube.com/watch?v=HCiu737wRec

Posso indicar uma infinidade de evidências, mas em minha opinião, a maior evidência é o próprio Livro, e a menos que o leia, ficará sempre sujeito a uma opinião pouco ou nada fundamentada sobre o assunto... ou em outras palavras, já ouviu a expressão de que não se pode julgar um livro por sua capa?

Respeito sua opinião e como afirmou, todas as pessoas tem o direito de crer no que quiserem, mas acreditar ou desacreditar algo sem ao menos fazer uma análise inteligente e imparcial sobre o assunto, com certeza não é a maneira correta de buscar a verdade.

Grande abraço!

Edna Zaqueo em 03/06/2015

Excelente, parabéns!

Luciano Machado em 24/05/2015

Muito bom o seu estudo sobre o assunto. Você eslanou muito bem a questão das pessoas que são contra o Livro de Mórmon. Parabéns!

Kelle Nichols em 07/04/2015

Incrivel seu site! Post esclarecedor para muitos com duvidas em relacao a veracidade do Livro de Mormon.

Andre Eduardo Meneguello em 30/03/2015

Talvez as 116 páginas perdidas que continham o livro de Lehi contasse melhor sobre os povos que viviam na mesoamérica. Mas um dia certamente teremos a confirmação científica dessas coisas se assim o Senhor desejar.

LUCIANO PUNTEL em 30/01/2015

A Igreja publicou no site oficial \\\"www.lds.org\\\" um tópico intitulado \\\"O Livro de Mórmon e Pesquisas de DNA\\\" Segue o link: https://www.lds.org/topics/book-of-mormon-and-dna-studies?lang=por Abraços.

José em 27/01/2015

Muito interessante !!

Lourdes em 10/12/2014

O livro foi preservado por 2600 anos, para nos vir à luz pelo poder de Deus, sendo para isso chamado o jovem Josefh Smith para traduzí-lo, restaurando assim a plenitude do evangelho de Jesus Cristo, veja que não seria preciso estudo de DNA, para entender que o menino Josepf viu os personagens Celestes e falou com Eles, ou qual seria a explicação para que tais placas fossem encontradas ? Muito bom o seu estudo, porém não abalou a minha fé e certeza que o livro é verdadeiro, sei que na hora certa, o Senhor revelará o que ainda por Sua ordem não se fez; e que, como nos ensina através do livro, em vários capítulos e versículos, em breve acontecerá o evento maior A Segunda Vinda de Cristo, e então Israel poderá saber que foi coligada, por esse veículo. Grata e parabéns pela pesquisa irmão Botelho.


Luiz Botelho

Olá Lourdes, Obrigado por seu comentário. O objetivo principal desse artigo é oferecer uma linha de raciocínio lógica para membros e pesquisadores que em algum momento foram, ou serão confrontado com críticas relacionadas a estudos de DNA. Eu sei que a maioria dos membros da Igreja não serão afetados por esse tipo de crítica, mas obter conhecimento sempre é útil e pode fortalecer nosso testemunho ou nos ajudar a ajudar outra pessoa em um momento de dúvidas. Grande abraço!

Fabio em 09/12/2014

Refinando ainda mais meu conhecimento...obrigado irmão Botelho :)

Aline em 09/12/2014

Acredito no livro dependente de estudos ou não sei q ele é verdadeiro mais isso foi bem explicado parabéns.

Erika em 23/11/2014

Ótima contribuição! Obrigada!

Guilherma em 22/11/2014

Achei muito interessante a forma colocada sobre esta assunto, de um a forma simples e clara , bem esclarecedora . Parabéns


Luiz Botelho

Obrigado Guilherma. Fico feliz que de alguma forma o artigo tenha sido útil para você. Um abraço!